Gémeos Parte II
“Não encaixo porque sou 'arraçada' de virgem (meu ascendente) que se tem revelado como muito poderoso. É melhor reveres o que escreveste dos gémeos porque isso de estar sempre a chamá-los de cabeças no ar, infiéis,inconstantes, irreverentes, sem saber o que querem... também já irrita.Afinal uma pessoa pode ser Gémeos e não ser essas coisas todas (embora algumas delas não sejam tão negativas como alguns querem fazer pensar) Bom, já chega de conversa fiada. Gostei de te 'ouvir'.”
Começo o segundo artigo dos Gémeos com mais uma citação, a qual aproveito para reforçar algumas ideias acerca do que por aqui vou lançando. A minha amiga manifesta-se discordante quanto à categorização de certas características geminianas. Essa classificação poderia de facto ser dispensável, no entanto, aquilo que tenho vindo a fazer em cada signo tem para mim um sentido que é o seguinte: creio que cada signo tem uma “missão” evolucionária, e que para cada missão existem “equipamentos” adequados, embora muitas vezes esses “equipamentos” não sejam sempre utilizados na sua plenitude. Se ao Gémeos parece competir a descoberta da natureza relativa das coisas e das verdades, alguma inconstância, errância, superficialidade pode ser necessária aquela realização, todavia tudo tem um equilíbrio. Outro dos pontos que considero importante, é o facto de considerar que todas as medalhas tem um reverso, se muitas vezes os nativos “escolhem” a face menos positiva da actuação, o que alerto é justamente para a necessidade de entender que há possibilidades de passar a um registo positivo da utilização das energias (ou equipamento, como lhe chamo) postas à disposição. Como diz Deepak Chopra, “deixar de ver o mal, como meu inimigo”. Embora não o percebam, muitas pessoas funcionam claramente num registo negativo, isto não é uma afirmação moral, é uma constatação, existem outros modos de resgatar o potencial de que cada um dispõe, esse é o objectivo de “categorizar” por vezes de forma negativa os signos, se todos fossemos perfeitos, nada mais haveria para descobrir, estamos muito longe da perfeição.
Um dos primeiros artigos foi justamente sobre o estado de evolução espiritual, “cada um está a fazer o melhor que pode”, ié, parecemos não coexistir todos aos mesmos níveis. Os artigos sobre os signos, não caracterizam ninguém em especial, no entanto o meu conhecimento sobre os signos e as respectivas pessoas, leva-me a crer que existe uma tendência padrão, em que as características genéricas do signo se manifestam talvez nuns 70% das pessoas desse signo. Depois existem os casos em que predominam características de outros signos, aliás a citação acima começou pelo facto de eu ter escrito á minha amiga afirmando que não a revia em Gémeos, e finalmente existem os nativos muito evoluídos, que basicamente são todos os signos e não são nenhum, as características gerais estão diluídas e o nativo já atingiu um grau de evolução espiritual tal, que se assemelha nas suas atitudes a tantos outros. Devo no entanto notar que, em minha opinião, o Sol, a menos que severamente ameaçado ou aspectado, raramente deixa de se fazer notar, e se não o faz, de um modo ou de outro, vai tentar “brilhar”. O Sol (o signo natal) é a grande chave da natureza pessoal e é na sua caracterização que assenta toda a dinâmica astrológica, embora todo o conjunto astrológico se complexifique um pouco mais.
Voltando à astrologia, Gémeos parece caracterizar-se pela função mercuriana, embora Meercúrio tenha a regência do signo e de Virgem, não estou muito crente na regência mercuriana de Virgem. Existe um livro que defende Quiron, como o regente de Virgem e sinto-me inclinado a concordar. Podemos então caracterizar alguém mercuriano, como sendo alguém com Sol, Lua ou Ascendente em Gémeos, em menor grau, com Mercúrio em aspecto estreito com o Sol, ou Sol na casa 3, todavia Mercúrio é uma influência “leve” e mesmo em aspecto estreito com outros planetas, nunca torna o processo muito evidente, tratam-se sobretudo de influências subtis, aliás como a própria natureza da mente. Os próprios nativos evidenciam essa plasticidade, um ascendente mais forte, ou um aspecto mais pesado ao Sol em Gémeos e o nativo ganha “outras” cores em que a característica geminiana perde dominância, todavia é só isso, perde, mas não desaparece e na generalidade, continua a fazer-se sentir necessária pela vida fora, como se o nativo tivesse que “honrar” aquela necessidade. Compreende-se que num adulto por vezes exista a tendência a perder uma certa espontaneidade, ou até “mascarar” as suas tendências mais juvenis, mas ainda assim existem outras formas bem geminianas perfeitamente adequadas à expressão dessas energias: cantar, dançar, jogar ao faz de conta, etc. Não é difícil perceber, tenho uma amiga que faz marionetas e é arteterapeuta e professora, outra que patina (campeã da Europa) e é médica-cirurgiã, um amigo que pertence à Polícia Judiciária e faz teatro à vários anos, esses não deixaram morrer o geminiano que há neles, e trouxeram-no até à idade adulta, de forma sublime, todos eles. Quem disse que a leveza era coisa má?
Começo o segundo artigo dos Gémeos com mais uma citação, a qual aproveito para reforçar algumas ideias acerca do que por aqui vou lançando. A minha amiga manifesta-se discordante quanto à categorização de certas características geminianas. Essa classificação poderia de facto ser dispensável, no entanto, aquilo que tenho vindo a fazer em cada signo tem para mim um sentido que é o seguinte: creio que cada signo tem uma “missão” evolucionária, e que para cada missão existem “equipamentos” adequados, embora muitas vezes esses “equipamentos” não sejam sempre utilizados na sua plenitude. Se ao Gémeos parece competir a descoberta da natureza relativa das coisas e das verdades, alguma inconstância, errância, superficialidade pode ser necessária aquela realização, todavia tudo tem um equilíbrio. Outro dos pontos que considero importante, é o facto de considerar que todas as medalhas tem um reverso, se muitas vezes os nativos “escolhem” a face menos positiva da actuação, o que alerto é justamente para a necessidade de entender que há possibilidades de passar a um registo positivo da utilização das energias (ou equipamento, como lhe chamo) postas à disposição. Como diz Deepak Chopra, “deixar de ver o mal, como meu inimigo”. Embora não o percebam, muitas pessoas funcionam claramente num registo negativo, isto não é uma afirmação moral, é uma constatação, existem outros modos de resgatar o potencial de que cada um dispõe, esse é o objectivo de “categorizar” por vezes de forma negativa os signos, se todos fossemos perfeitos, nada mais haveria para descobrir, estamos muito longe da perfeição.
Um dos primeiros artigos foi justamente sobre o estado de evolução espiritual, “cada um está a fazer o melhor que pode”, ié, parecemos não coexistir todos aos mesmos níveis. Os artigos sobre os signos, não caracterizam ninguém em especial, no entanto o meu conhecimento sobre os signos e as respectivas pessoas, leva-me a crer que existe uma tendência padrão, em que as características genéricas do signo se manifestam talvez nuns 70% das pessoas desse signo. Depois existem os casos em que predominam características de outros signos, aliás a citação acima começou pelo facto de eu ter escrito á minha amiga afirmando que não a revia em Gémeos, e finalmente existem os nativos muito evoluídos, que basicamente são todos os signos e não são nenhum, as características gerais estão diluídas e o nativo já atingiu um grau de evolução espiritual tal, que se assemelha nas suas atitudes a tantos outros. Devo no entanto notar que, em minha opinião, o Sol, a menos que severamente ameaçado ou aspectado, raramente deixa de se fazer notar, e se não o faz, de um modo ou de outro, vai tentar “brilhar”. O Sol (o signo natal) é a grande chave da natureza pessoal e é na sua caracterização que assenta toda a dinâmica astrológica, embora todo o conjunto astrológico se complexifique um pouco mais.
Voltando à astrologia, Gémeos parece caracterizar-se pela função mercuriana, embora Meercúrio tenha a regência do signo e de Virgem, não estou muito crente na regência mercuriana de Virgem. Existe um livro que defende Quiron, como o regente de Virgem e sinto-me inclinado a concordar. Podemos então caracterizar alguém mercuriano, como sendo alguém com Sol, Lua ou Ascendente em Gémeos, em menor grau, com Mercúrio em aspecto estreito com o Sol, ou Sol na casa 3, todavia Mercúrio é uma influência “leve” e mesmo em aspecto estreito com outros planetas, nunca torna o processo muito evidente, tratam-se sobretudo de influências subtis, aliás como a própria natureza da mente. Os próprios nativos evidenciam essa plasticidade, um ascendente mais forte, ou um aspecto mais pesado ao Sol em Gémeos e o nativo ganha “outras” cores em que a característica geminiana perde dominância, todavia é só isso, perde, mas não desaparece e na generalidade, continua a fazer-se sentir necessária pela vida fora, como se o nativo tivesse que “honrar” aquela necessidade. Compreende-se que num adulto por vezes exista a tendência a perder uma certa espontaneidade, ou até “mascarar” as suas tendências mais juvenis, mas ainda assim existem outras formas bem geminianas perfeitamente adequadas à expressão dessas energias: cantar, dançar, jogar ao faz de conta, etc. Não é difícil perceber, tenho uma amiga que faz marionetas e é arteterapeuta e professora, outra que patina (campeã da Europa) e é médica-cirurgiã, um amigo que pertence à Polícia Judiciária e faz teatro à vários anos, esses não deixaram morrer o geminiano que há neles, e trouxeram-no até à idade adulta, de forma sublime, todos eles. Quem disse que a leveza era coisa má?
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