Estamos á mercê?
Caranguejo é a primeira estação aquática, seguindo-se Escorpião e Peixes, todavia é a quarta etapa evolucionária, que começou em Carneiro. Mas sendo a primeira de Água, assume particular importância o seu conteúdo, como aliás é designada no estudo psicológico do homem, a fase da infância. O primeiro contacto com o reservatório de emoções será determinante para o desabrochar do ser em todo o seu potencial, colorindo toda a personalidade. Todos temos casa 4 no mapa, uns com cúspide em Virgem, outros em Leão, etc, em função do Ascendente de cada um. Existem portanto 12 hipóteses, no entanto, se analisarmos o regente da casa 4, que poderá estar em Escorpião – sendo Plutão portanto – isso fornece-nos muito mais pistas sobre o tema Caranguejo no mapa. Para que o tema fique completo temos que verificar se existem planetas em Caranguejo, qual é o regente da casa 4, que aspectos faz a outros planetas (se Plutão, no caso citado estiver em aspecto com Lua, isso passa a ser da maior importância no mapa) e também, onde está a Lua e que aspectos faz com outros planetas. Ou seja, a questão é de tal modo complexa que qualquer análise é sempre redutora da realidade, mas é partindo de algo que chegamos a outro lado, há que começar.
O reservatório de emoções descrito pelo tema de Caranguejo/Lua/casa 4, tanto pode ser uma água parada e pantanosa, como um rio permanentemente renovado e fresco. Independentemente do que aconteceu na infância – se entendermos não recuar mais atrás no nosso percurso evolucionário – estamos à mercê ou somos plenamente responsáveis por cada passo das nossas vidas? Será que cada encontro, cada acontecimento, tem um significado concreto nelas? Atraímos alguém ou algum acontecimento às nossas vidas por mero acaso? Ou estaríamos a precisar desse alguém ou de algo para que alguma coisa acontecesse dentro de nós? Se estivermos conscientes dessa noção, saberemos aproveitar o que veio e saberemos porque atraímos a situação ou pessoa. Caso contrário, a experiência repetir-se-á até que a “lição” seja aprendida e a nossa evolução possa prosseguir. Tudo parece ser consequência das nossas necessidades interiores, cujo objectivo último é a evolução do nosso ser. Só conhecendo o nosso interior, podemos estar conscientes do que/quem atraímos e porquê. Existe um fenómeno psicológico chamado de distorção, esse fenómeno é consequência da repressão (armazenamento deficitário) dos acontecimentos na consciência, que por sua vez geram a distorção dos mesmos acontecimentos a gravar no inconsciente. Muito simples: se algo foi mal interpretado, vai ser mal gravado, e se foi mal gravado, irá ser mal reproduzido, fazemos o que fazemos mas não sabemos porquê e então questionamos “porquê eu” “Deus não é justo” “eu não merecia isto” etc. Se tivermos conhecimento das nossas distorções, podemos começar a atrair o que é verdadeiramente bom para nós e desse modo “actualizar as nossas possibilidades, o nosso potencial” ao nível relacional, profissional, pessoal, familiar.
Em última análise, se compreendermos que somos seres limitados no espaço e no tempo de que dispomos, rapidamente percebermos que não há vítimas, somos sempre responsáveis por aquilo que nos acontece. Importa perceber o que vai dentro de nós, as nossas raízes e é essa a grande questão de Caranguejo. A dinâmica simbólica do animal associado é a de que temos que andar para trás, para seguir em frente, mais ajuizado não poderia ser, olharmos o passado emocional é fundamental para a nossa evolução e crescimento. Conhecer as nossas emoções, só é possível através da volta ao que está armazenado, ao reservatório emocional representado por Caranguejo. Dado que isso é um acontecimento sempre doloroso, as mais das vezes negamo-nos a fazê-lo, todavia é esse o caminho do crescimento, “o que arde cura” como diz Gabriel, o Pensador.
A própria colocação da casa 4 no mapa, como sendo o fundo do mapa, as “raízes” do mapa, que afinal de contas são as nossas raízes - porque os mapas são pessoas - demonstra esta tese, de que é necessário olhar para trás (para dentro talvez seja mais correcto) , de modo a seguir em frente. As emoções não estão no futuro, e no presente, está a capacidade em lidar com as mesmas, na medida em que se resgataram do passado, do fundo da psique, que representa um passado imaginário, mas que é intemporal. O inconsciente não conhece passado nem presente, vejam-se os sonhos que são vivenciados por nós como se lá estivéssemos presentes, naquilo que para nós é naquele momento em sonhamos o presente, apesar de poderem ser sonhos algo futuristas J
Quando questiono se estamos à mercê do nosso passado emocional, esteja ele a que distância se considere e mesmo considerando que o Inconsciente não conhece passados, quero dizer que não somos propriamente alheios a esse passado, em última análise somos responsáveis por ele, dado que os acontecimentos passaram-se foi connosco e não com o vizinho do lado. É sobre esse património emocional que podemos trabalhar, de molde a poder reganhar não só o nosso presente como também o futuro. Disso depende toda a nossa saúde física e psicológica, e em última análise, o impacto que teremos na nossa passagem pela vida. Uma árvore sem raízes fortes e sem terreno firme, rapidamente vai ao chão. Um terreno sem árvores, rapidamente se torna num deserto. Estamos á mercê?
O reservatório de emoções descrito pelo tema de Caranguejo/Lua/casa 4, tanto pode ser uma água parada e pantanosa, como um rio permanentemente renovado e fresco. Independentemente do que aconteceu na infância – se entendermos não recuar mais atrás no nosso percurso evolucionário – estamos à mercê ou somos plenamente responsáveis por cada passo das nossas vidas? Será que cada encontro, cada acontecimento, tem um significado concreto nelas? Atraímos alguém ou algum acontecimento às nossas vidas por mero acaso? Ou estaríamos a precisar desse alguém ou de algo para que alguma coisa acontecesse dentro de nós? Se estivermos conscientes dessa noção, saberemos aproveitar o que veio e saberemos porque atraímos a situação ou pessoa. Caso contrário, a experiência repetir-se-á até que a “lição” seja aprendida e a nossa evolução possa prosseguir. Tudo parece ser consequência das nossas necessidades interiores, cujo objectivo último é a evolução do nosso ser. Só conhecendo o nosso interior, podemos estar conscientes do que/quem atraímos e porquê. Existe um fenómeno psicológico chamado de distorção, esse fenómeno é consequência da repressão (armazenamento deficitário) dos acontecimentos na consciência, que por sua vez geram a distorção dos mesmos acontecimentos a gravar no inconsciente. Muito simples: se algo foi mal interpretado, vai ser mal gravado, e se foi mal gravado, irá ser mal reproduzido, fazemos o que fazemos mas não sabemos porquê e então questionamos “porquê eu” “Deus não é justo” “eu não merecia isto” etc. Se tivermos conhecimento das nossas distorções, podemos começar a atrair o que é verdadeiramente bom para nós e desse modo “actualizar as nossas possibilidades, o nosso potencial” ao nível relacional, profissional, pessoal, familiar.
Em última análise, se compreendermos que somos seres limitados no espaço e no tempo de que dispomos, rapidamente percebermos que não há vítimas, somos sempre responsáveis por aquilo que nos acontece. Importa perceber o que vai dentro de nós, as nossas raízes e é essa a grande questão de Caranguejo. A dinâmica simbólica do animal associado é a de que temos que andar para trás, para seguir em frente, mais ajuizado não poderia ser, olharmos o passado emocional é fundamental para a nossa evolução e crescimento. Conhecer as nossas emoções, só é possível através da volta ao que está armazenado, ao reservatório emocional representado por Caranguejo. Dado que isso é um acontecimento sempre doloroso, as mais das vezes negamo-nos a fazê-lo, todavia é esse o caminho do crescimento, “o que arde cura” como diz Gabriel, o Pensador.
A própria colocação da casa 4 no mapa, como sendo o fundo do mapa, as “raízes” do mapa, que afinal de contas são as nossas raízes - porque os mapas são pessoas - demonstra esta tese, de que é necessário olhar para trás (para dentro talvez seja mais correcto) , de modo a seguir em frente. As emoções não estão no futuro, e no presente, está a capacidade em lidar com as mesmas, na medida em que se resgataram do passado, do fundo da psique, que representa um passado imaginário, mas que é intemporal. O inconsciente não conhece passado nem presente, vejam-se os sonhos que são vivenciados por nós como se lá estivéssemos presentes, naquilo que para nós é naquele momento em sonhamos o presente, apesar de poderem ser sonhos algo futuristas J
Quando questiono se estamos à mercê do nosso passado emocional, esteja ele a que distância se considere e mesmo considerando que o Inconsciente não conhece passados, quero dizer que não somos propriamente alheios a esse passado, em última análise somos responsáveis por ele, dado que os acontecimentos passaram-se foi connosco e não com o vizinho do lado. É sobre esse património emocional que podemos trabalhar, de molde a poder reganhar não só o nosso presente como também o futuro. Disso depende toda a nossa saúde física e psicológica, e em última análise, o impacto que teremos na nossa passagem pela vida. Uma árvore sem raízes fortes e sem terreno firme, rapidamente vai ao chão. Um terreno sem árvores, rapidamente se torna num deserto. Estamos á mercê?
3 Comments:
..E SILENCIANDO O EGO...:)
Oi
♥....♥....♥....♥....♥....♥....♥....♥
♥_Dedico esta mensagem_♥
♥.___a nossa amizade___ ♥
♥__(/)_(/) *♥*___Beijus__ ♥
♥__(=':'=) *♥*__________ ♥
♥__(")_(") *♥ Clique Aqui*.. ♥
♥__Viva a nossa Amizade... ♥
♥....♥....♥....♥....♥....♥....♥....♥
Um ótimo dia pra vc!
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beijos!:)))
Gostei!!!!
Só,
Alexandr@!
Olá "Psicótico"!
Site muito interessante, sobre um tema pelo qual tenho vindo a desenvolver uma relação de cumplicidade: Astrologia
Gostaria de poder futuramente trocar ideias contigo sobre a aplicabilidade da astrologia no diagnóstico psicopedagógico de crianças com dificuldade de aprendizagem.
Abraço
WooF
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